Nov
27Nihon No Tentai 26/11
Arquivado em (Nihon no Tentai) por Geek Girl às 17:02
Essa semana temos a cerimônia de casamento japonês, a difícil educação de filhos de brasileiros no Japão, jeventos em São Paulo, show do An Cafe no Brasil, Yamato Music Station, informações sobre os ingressos do show do Monoral e o ranking da Oricon!
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Casamentos nipo-brasileiros adaptam e resgatam tradições dos dois países ³
Durante décadas, o matrimônio entre nikkeis no Brasil era feito por casamento arranjado. Essa tradição se rompeu, mas outras estão sendo resgatadas.
Os noivos Vanessa Higa e Victor Teramoto em cerimônia de casamento budista no Templo Matriz Honpa Hongwanji do Brasil, em São Paulo, em dezembro de 2007.
Vanessa Higa, 31, é uma moça moderna, que vai atrás do que quer. Interessada em Victor Teramoto, 29, que conheceu no estágio da faculdade – ela fez relações públicas, ele, publicidade –, descobriu o endereço do rapaz no estacionamento onde ambos paravam o carro. Mandou flores e cartão sem assinatura. Mais tarde, finalmente tomou coragem e ligou, declarando seu interesse. “Mas ele é muito sério, não demonstrou nada”, conta. Algum tempo depois, ela agendou uma temporada no exterior. Despediu-se de todos no trabalho, inclusive de Victor. Poucos dias antes de ela embarcar, ele telefonou para marcar um encontro. Vanessa achou que era sobre trabalho. Não era. Eles passaram três horas conversando. Começaram a namorar, mesmo à distância. Foram sete anos de namoro, até se casarem, em 2 de dezembro de 2007. A família de Vanessa é de origem okinawana, enquanto a de Victor veio de Hiroshima e Kagoshima.
A história de Vanessa e Victor é apenas uma mostra de como as coisas mudaram na comunidade japonesa. Durante bastante tempo, os casamentos eram feitos pela prática do miai – um intermediário aproximava as famílias para que se fizesse um acordo. “O amor como a gente entende, Romeu e Julieta, era exceção total”, diz a historiadora Célia Sakurai. “A concepção de casamento para o japonês é a de um contrato entre famílias.”. Clique aqui e veja fotos de casamentos japoneses.
No Japão, muitas vezes o noivo só conhecia a noiva na hora do casamento. Aqui, em
geral o noivo visitava a casa da noiva, levando um presente para a família dela. No Brasil, aconteceu um fenômeno raro no Japão: o casamento entre gente de províncias diferentes. “O intermediário até tentava casar pessoas de províncias semelhantes”, diz Célia. Não era a regra. Esse tipo de mistura ajudou a congregar a comunidade, de certa forma. A exceção eram os imigrantes vindos de Okinawa, que se casavam exclusivamente com okinawanos durante décadas. “Sempre houve discriminação dos próprios japoneses de outras ilhas em relação aos okinawanos”, conta Célia.No início, o casamento entre japoneses e não-descendentes era mais raro, apesar de acontecer esporadicamente. “Os japoneses que vieram para cá tinham pouco ou nenhum contato com o que era estrangeiro, porque vinham basicamente de zonas rurais”, conta Célia. “Para mim, eles não se misturavam por questão de sobrevivência. Eles nem conseguiam se comunicar com os brasileiros.” Hoje em dia, os casamentos entre descendentes e não-descendentes superam os 50%.
Depois da guerra, aconteceu no Brasil a prática das noivas de fotografia. “Os imigrantes mais antigos resistiam a casar suas filhas com os moços que vinham depois da guerra, que eram muito mais modernos”, diz a historiadora. Esses rapazes enviavam fotografias ao Japão, na esperança de encontrar uma noiva que topasse viajar para o Brasil.
Outra diferença em relação ao Japão é o número de filhos, muito maior aqui, para contar com mais braços para o trabalho.
O resgate das origens: casamento tradicional em um templo budista
A mãe de Vanessa é católica praticante, assim como os pais de Victor. Só que os
dois pensavam: nós não somos. Por isso, decidiram procurar outras possibilidades para realizar seu casamento. Uma delas foi o Templo Matriz Honpa Hongwanji do Brasil, budista, localizado em São Paulo, onde já tinham estado para missas de família. Tiveram uma conversa com um monge jovem, vestido de bermuda e regata, que os impressionou. No dia seguinte, Victor decidiu assistir a uma celebração em português – lá, elas acontecem somente aos domingos, às 7h da manhã. Na semana seguinte, curiosa, ela decidiu ir também. “Eu me identifiquei de imediato com os valores. Começamos a freqüentar assiduamente”, diz Vanessa. Foram batizados, aproveitando a vinda do papa dessa linha do budismo japonês ao Brasil. Na cerimônia, ele passa uma lâmina na cabeça de cada um a ser batizado. Foi como um retorno às origens, ainda mais
para Victor, cujo avô teve participação ativa na vinda dessa linha do budismo para o Brasil.
O casamento foi marcado para dezembro, e então começaram os preparativos. Como não existe um roteiro muito rígido, eles consultaram o monge Shaku Isshin (Fábio Adriano Takahashi). A cerimônia foi realizada pelo bispo Hirofumi Watanabe. O único pedido era que o templo estivesse vazio às 18h. A cerimônia foi às 17h. Os pontos mais importantes são a troca do terço e a das alianças, a oferenda do incenso e a do saquê – oferecido pela avó de Victor, Natsue Ogura. “Ela ficou superfeliz, honrada, porque sabe o significado dessa pessoa no casamento”, diz Vanessa. Primeiro, a noiva toma do cálice menor, depois é a vez de o noivo tomar do cálice médio, e, em seguida, a noiva encerra essa parte do casamento tomando o último gole, do maior cálice de todos.
A decoração, com predominância de bambus, foi feita em cima da hora, porque o templo tinha várias atividades durante o dia. Normalmente, são dois padrinhos: uma mulher para a noiva e um homem para o noivo. Vanessa e Victor escolheram ter cinco casais de padrinhos cada um.
Nos trajes, decidiram recuperar a tradição, casando-se de quimono. Há poucos lugares onde se pode alugar quimonos de casamentos, que têm várias camadas e
são feitos de tecidos nobres. Vanessa recorreu a Sumie Watanabe.“São muitas peças e tem aquele laço nas costas que me deixava parecendo uma tartaruga”, diz Vanessa, divertindo-se. Os pais acabaram topando vestir quimonos também, assim como a dama de honra e o pajem.
No caso dos primeiros japoneses a virem para o Brasil, a história é diferente. “Desde a década de 20, a roupa da noiva era a ocidental”, diz Célia Sakurai. Afinal, era uma dificuldade trazer do Japão um traje típico de casamento. “Aconteceu de trazerem, mas, numa dificuldade financeira, venderem o quimono. Ou cortavam para transformá-lo em vestidos.”
Além disso, era raro conseguir celebrar um casamento budista, já que poucos monges vieram. “Às vezes, adaptava-se, outra pessoa rezava.” Mas, em geral, os japoneses acabaram batizando-se na igreja católica. Em toda cidade pequena, há igreja e padre. “Fora que ter padrinho, principalmente no interior, é simbolicamente importante. Ter padrinhos brasileiros é uma deferência, uma forma de respeito. E sempre é uma figura importante naquela comunidade.”
Festa nipo-brasileira: comida brasileira ao som de taikos e shamisens
Na procura por um lugar para a festa, Vanessa e Victor encontraram o kaikan da Associação Miyagi Kenjinkai do Brasil (associação da província de Miyagi), localizado no bairro da Liberdade, em São Paulo. O preço era bom, o salão estava em bom estado. A celebração contou com o show do blueseiro Vasco Faé, mas também teve show do noivo, que sempre gostou de cantar em karaokê, da noiva, que toca shamisen (instrumento de cordas japonês), e da irmã da noiva, participante de um grupo de taiko, o Ryukyu Koku Matsuri Daikô. “Foi
como uma imersão cultural mesmo”, diz Vanessa, que gosta de preservar a cultura de Okinawa, de seus antepassados. “Fui recordando os casamentos dos meus primos mais velhos, com aquelas mesas compridas… Queria resgatar isso mesmo.”
No cardápio, nada de comida japonesa: arroz trufado, frango recheado, polenta com ragu. As sobremesas eram tapioca com creme de manga e tiramisu, mas havia trufas de chá verde e doces com laranja kinkan. A lembrancinha foi um boneco daruma, símbolo da persistência.

Filhos de dekasseguis: educação de mão dupla ³
A adaptação escolar dos filhos dos dekasseguis que embarcam para o Japão ou retornam ao Brasil gera inquietação e iniciativas entre brasileiros e japoneses
A educação dos filhos tem sido uma das grandes preocupações de muitos dos cerca de 300 mil brasileiros que vivem e trabalham no Japão. Os que residem por lá não sabem ao certo se matriculam seus filhos em colégios públicos japoneses ou em escolas particulares brasileiras. Já as crianças que voltam ao Brasil precisam passar por aulas de adaptação para aprender a falar português e entender como funciona o sistema de ensino brasileiro.
Uma série de iniciativas públicas e privadas para ajudar os filhos de dekasseguis que retornaram do Japão a se adaptarem ao sistema de ensino brasileiro - e vice-versa – mostra a busca, de muitos brasileiros e descendentes que decidiram trabalhar na terra do Sol nascente, pela melhor maneira de educar os filhos.
A professora brasileira Erica Muramoto, que mora no Japão desde 2001, mudou de
país para acompanhar o marido. Na ocasião, acabara de se formar em pedagogia e, assim que chegou à província de Gunma, começou a dar aulas de português para crianças brasileiras em escolas brasileiras, que nessa época estavam surgindo aos montes na região. No ano passado, foi convidada para ser responsável pela classe de adaptação de estrangeiros do colégio público japonês da cidade de Tamamura, também em Gunma. “Nesta escola, o problema de adaptação e aceitação do sistema de ensino japonês era visível. As crianças falavam em português ou em um japonês muito precário, às vezes eram violentas e mostravam desinteresse pelos estudos. Para piorar, não havia a possibilidade de diálogo entre pais e professores, porque os pais geralmente não falavam japonês. O meu papel ali era não só o de ajudar as crianças com a adaptação da língua e as regras da escola, mas também o de trazer algum conforto para os pais, traduzindo as mensagens dos professores”, conta Erica.
Isolamento
Maíra Hotoshi, que mora no Japão há nove anos, enfrentou problemas como esses
quando decidiu matricular sua filha Natália, hoje com 5 anos, em uma escola pública em Toyohashi, na província de Aichi. A menina, que é loira e tem olhos claros, é facilmente identificada como estrangeira, o que, em alguns episódios, criou uma atmosfera incômoda, de não-aceitação junto aos colegas japoneses de sua classe.
“Fui a uma gincana do colégio e percebi que a Natália esteve o tempo todo isolada. Como não conseguia estabelecer um diálogo fluente com os coordenadores do colégio, já que não falo japonês, achei por bem matriculá-la em um colégio brasileiro”, diz Maíra. Foi então que ela percebeu que em muitas dessas escolas, que chegam a cobrar até 40 mil ienes por mês (cerca de R$ 600) – os colégios japoneses custam cerca de 7 mil ienes (cerca de R$ 105) –, havia um completo despreparo dos professores. “Muitos deles não terminaram os estudos no Brasil, mas aqui ficam responsáveis por alfabetizar as crianças”, conta ela.
A decisão de escolher um colégio para os filhos no Japão envolve ainda outras variáveis, como os planos a longo prazo dos pais. Muitos dekasseguis partem do Brasil com a intenção de não mais retornarem. Nesse caso, a preferência por escolas japonesas é evidente, já que o intuito é que as crianças cresçam dentro da cultura daquele país. Entretanto, no caso de Maíra, a estadia no Japão tem prazo de validade. “Quero voltar para o Brasil o quanto antes e por isso mesmo prefiro que a Natália aprenda desde cedo a falar e a escrever em português”, explica.
Adolescentes sofrem mais
No Brasil, Hiroko Egashira Matsuda, diretora do Colégio Harmonia, em São Bernardo do Campo (SP), recebe crianças e adolescentes vindos do Japão há 14 anos. “Os pequenos se adaptam melhor às regras e aprendem o português com mais facilidade. Quando já são adolescentes, sofrem mais, porque, além de já estarem perfeitamente adaptados à rotina e à cultura japonesa, têm que deixar para trás os amigos”, diz.
No Harmonia, que foi fundado e é mantido por nipo-brasileiros, há classes especiais de adaptação, e o japonês faz parte do currículo obrigatório desde o começo da alfabetização.
Neusa Hiroko Sagawa, que retornou ao Brasil depois de 12 anos no Japão, enfrentou as duas realidades. A princípio, ela e seu marido não pretendiam voltar para o Brasil. Os dois residiam em Tóquio e, com o passar dos anos, abriram uma empresa de serviços terceirizados. Em 1997 tiveram Enzo, seu primeiro e único filho. O menino foi matriculado em um colégio japonês e cresceu sem quase ter contato com a língua portuguesa.
Em 2003, entretanto, o marido de Neusa faleceu, devido a um câncer de estômago. Sozinha e com um filho pequeno, Neusa achou por bem retornar à sua terra natal. “No Brasil descobri o Colégio Harmonia, que, além de ajudar as crianças com o processo de adaptação, dá seguimento ao aprendizado da cultura japonesa. Em seis meses, Enzo já falava bem português, apesar do sotaque carregado. Hoje ele está perfeitamente adaptado e é fã de música brasileira, além de torcedor são-paulino roxo”, diz a mãe sorridente.
A história de Ilza Miura não é tão diferente. Depois de uma longa temporada de 18
anos no Japão, ela, o marido e o filho voltaram para o Brasil. Natsuki, seu único filho, quase não teve contato com a língua portuguesa nos dez anos que morou no Japão. A educação foi em escola japonesa e dentro de casa os diálogos aconteciam em espanhol, já que seu pai é peruano.
“Quatro meses antes de voltarmos, matriculei o Natsuki em uma escola brasileira para aprender pelo menos como escrever seu nome”, conta Ilza. “Quando voltamos para Curitiba, ele foi estudar em um colégio bem puxado. Precisei contratar uma professora particular que falasse os dois idiomas, e eu tinha que estudar ao lado dele, traduzindo as lições de história, geografia e português. Ele se esforçou muito e, apesar de ficar de recuperação, conseguiu passar de ano. Hoje ele está muito bem adaptado e gosta mais do colégio brasileiro do que do japonês.”
As histórias com finais felizes e adaptação garantida não são regra. Segundo a diretora Hiroko, muitos alunos que passaram pelo Harmonia não conseguiram assimilar a cultura brasileira. “Há pouco tempo, recebi dois irmãos adolescentes que não falavam português. Vieram com a mãe enquanto o pai continuou trabalhando no Japão. Um deles conseguiu se adaptar em pouco tempo, fez amigos e se apaixonou pelo Brasil. O outro se ressentiu bastante e, em menos de um ano, retornou ao Japão para morar de novo com o pai”, relata.
Programas de ajuda
Segundo dados do Ministério da Justiça do Japão, em 2005, havia 302 mil brasileiros
morando no país, além de 26 mil com dupla nacionalidade. Todo ano, cerca de 4 mil deles retornam para o Brasil. Por conta do número relevante, instituições como o Isec (Instituto de Solidariedade Educacional) e a Secretaria de Educação de São Paulo estão criando programas para ajudar as crianças nessa situação. Em junho de 2008, essas duas entidades lançaram um projeto que visa dar apoio escolar aos filhos dos dekasseguis que retornaram ao Brasil.
O "Projeto Kaeru" pretende primeiro descobrir quem são e em que cidades brasileiras estão essas crianças, para assim conseguir dar o apoio educacional necessário. Em seguida, haveria acompanhamento de cada jovem, com atividades como aulas particulares de português e assistência às famílias.
Há ainda a intenção de firmar parcerias com ONGs e instituições japonesas para que seja feito um acompanhamento do desempenho escolar dessas crianças no Japão. “Queremos também fazer um intercâmbio com os professores da rede estadual. Os brasileiros iriam para o Japão e os japoneses viriam a São Paulo para que conheçam e saibam lidar com as duas realidades”, afirma a secretária de educação de São Paulo, Maria Helena Guimarães Castro.
No Japão, diretores da ONG NPO (Multilingual Education Research Institute) criaram programas como o “Clube da Lição de Casa”, onde as crianças brasileiras da província de Gunma recebem suporte de professores bilíngües para finalizarem suas tarefas, além de acompanhamento psicológico, que atende também aos seus familiares.
Para a professora Erica, que convive diariamente com uma boa diversidade de casos de crianças que sofrem com o processo de mudança de país e adaptação escolar, essas iniciativas valem ouro. “As crianças que recebem apoio de profissionais e têm acompanhamento efetivo de seus pais no dia-a-dia escolar conseguem romper com muito mais facilidade a barreira da adaptação, sem sofrerem grandes traumas.”

Comemoração do Centenário de Miracatu ¹
Último evento em comemoração ao Centenário no Vale do Ribeira com apresentações de taikô e shamisen, comidas típicas e demais atrações. Grátis.
Quando:
30 de novembro / às 15h
Local:
Centro Comunitário de Miracatu - R. Kaey Nakamura, 360, Centro, Miracatu, SP
Informações:
(0xx13) 3847-1614

14º Kohaku “Onkyo” ¹
A Associação Nipo-Brasileira de Cultura Musical (Nippaku Ongaku Kyokai) realizará o tradicional Kohaku. Aberto ao público e gratuito.
Quando:
7 de dezembro / às 9h
Local:
Grande Auditório do Bunkyo R. São Joaquim, 381, Liberdade-SP
Informações:
(0xx11) 3209-3375

An Cafe ²
Banda vem ao Brasil em 2009
A popular banda de oshare kei An Cafe virá ao Brasil no dia 5 de abril de 2009 para uma apresentação inédita em São Paulo, segundo informações do portal JaME Brasil.

Os boatos começaram a tomar conta de sites e fóruns na Internet quando, no dia 11 de novembro, a produtora chilena de eventos Visual Shock divulgou uma nota trazendo detalhes sobre uma possível turnê de shows do An Cafe na América do Sul. Na ocasião, a Visual Shock anunciou que estariam sendo confirmados dali a alguns dias shows da banda na Argentina, no Chile e no Brasil. Sobre o show no Chile, a produtora chegou a publicar informações mais específicas, como data e local (14 de março, Teatro Caupolican).
No entanto, uma semana depois, dia 18 de novembro, o JaME Brasil publicou uma notícia desmentindo tais informações. Conforme informou Rodrigo Esper, gerente geral do site, “o JaME entrou em contato com a produtora da banda para esclarecimentos, e eles, igualmente surpresos, desmentiram que haveria a possibilidade de realização dos show nos locais e datas especificados”. Mais tarde, o An Cafe se pronunciou oficialmente via MySpace dizendo que, apesar do interesse em se apresentar na América do Sul, as negociações para uma possível turnê ainda estariam em andamento.
Então, hoje, novas e definitivas informações sobre o caso foram finalmente veiculadas pelo portal JaME Brasil.
O An Cafe anunciou hoje em seu MySpace oficial, a confirmação da turnê sul-americana do grupo. A turnê LIVE CAFE TOUR ’09 “NYAPPY GO AROUND THE WORLD II” -Harajuku Dance Rock Night- passará por Argentina, Chile, Brasil e México entre Março e Abril de 2009 nas seguintes datas:
31 de Março de 2009 - The End (Buenos Aires / Argentina)
2 de Abril de 2009 - Teatro Teleton (Santiago / Chile)
5 de Abril de 2009 - Citibank Hall (São Paulo / Brasil)
8 de Abril de 2009 - Circo Volador (Cidade do México / México)As vendas de ingressos para os shows no Chile e no México começarão no dia 20 de Novembro, os ingressos para as outras apresentações, incluindo a do Brasil, serão anunciados em breve.
Segundo o que foi divulgado no MySpace, o show do An Cafe no Brasil será produzido pela TIME FOR FUN (antiga CIE Brasil), uma das maiores empresas de entretenimento da América do Sul. Entre os principais eventos já promovidos pela empresa, estão as apresentações do Cirque du Soleil, da banda Aerosmith e do espetáculo O Fantasma da Ópera no Brasil. Além do Citibank Hall, a empresa também é responsável pelas casas de show Teatro Abril, Credicard Hall e pelo site Ticket Master, um sistema de venda online de ingressos para grandes shows e festivais musicais no país.
Mais informações aqui.
Nota pessoal: É o Antic Cafe ou o the GazettE que não gosta do Brasil, nem de brasileiros? Se for o An Cafe, acho que quem for nesse show não tem o mínimo de amor-próprio.

Yamato Music Station ²
YES! Steel Brothers

Pela primeira vez, os astros das animesongs Hironobu Kageyama e Masaaki Endō vêm ao Brasil para um show único, desvinculado de eventos de anime. O show vai seguir o formato Power Live, apresentações bastante famosas da carreira de Kageyama em que Endō participava como backing vocal.
Hironobu Kageyama é cantor de mais de 800 músicas relacionadas a trilhas de
animes e séries de super heróis japonesas. Estreou em 1985 com Changeman e estourou em 1987 com “Cha-la-Head-Cha-la”, a abertura de Dragon Ball Z. Hoje, ele participa da banda JAM Project, que reúne mais cinco outros cantores consagrados do gênero das músicas de anime. Já Masaaki Endō é considerado a maior revelação recente do meio. Começou a carreira gravando uma música para a trilha de Street Fighter Victory, “Forever Friends”. Desde então, não parou mais e hoje também integra o JAM Project, além de seguir com um trabalho solo, bastante elogiado pela crítica musical japonesa.
O Yamato Music Station: Steel Brothers vai acontecer no dia 6 de dezembro, na Associação Okinawa Kenjin do Brasil, localizada na rua Tomás de Lima, número 72, próxima ao metrô Liberdade, em São Paulo. A abertura dos portões acontecerá às 18h e o início do show está previsto para as 19h. Se você pretende montar uma caravana de sua cidade para o show, basta enviar um email para cav@yamatomusic.com que a organização do evento entrará em contato.
Os ingressos já começaram a ser vendidos em duas versões: a entrada normal, que custa R$ 20,00; e o ingresso VIP, custando R$ 100,00, que, além de permitir a entrada no show, inclui um lugar na primeira fila, autógrafo e foto com os artistas e um CD original da banda JAM Project. Clique aqui para ver os pontos de venda.

Show do MONORAL ²
Ingressos dos shows do MONORAL já estão à venda em todos os estados
A banda de rock Monoral faz sua primeira grande turnê pela America Latina. Ex-VJ’s da MTV do Japão, Ali Norizumi e Anis Shimada compôem o grupo. São a aposta do selo Vamprose. Ingressos entre R$12 e R$30,00 dependendo da cidade.
Finalmente, os problemas com a venda dos ingressos para os shows da banda MONORAL no Rio de Janeiro e em São Paulo foram resolvidos. Todos os pontos de venda foram definidos e a venda de ingressos para todo o país será iniciada. Quem quiser adquirir seu ingresso para o show do Rio de Janeiro já pode se dirigir a qualquer um dos postos de venda credenciados. Os ingressos para os shows em São Paulo já estão a caminho, com previsão de chegada para o início da tarde de amanhã, quarta-feira (26/11).
Veja aqui os pontos de venda.

Rank Oricon 4
16/11/2008 a 22/11/2008
1 - Artista: Dreams Come True (DREAMS COME TRUE) - Música: Tsuretette Tsuretette (連れてって 連れてって)
2 - Artista: the GazettE (the GazettE) - Música: LEECH (LEECH)
3 - Artista: SPEED (SPEED) - Música: Ashita No Sora (あしたの空)
4 - Artista: Arashi (嵐) - Música: Beautiful days (Beautiful days)
5 - Artista: Orange Range (ORANGE RANGE) - Música: Oshare Banchou feat. Soy Souce (おしゃれ番長 feat.ソイソ\ース)
6 - Artista: Nakashima Mika (中島美嘉) - Música: Orion (ORION)
7 - Artista: Satoda Mai with Gouda Kyoudai (里田まい with 合田兄妹) - Música: Mousugu Christmas (もうすぐクリスマス)
8 - Artista: Buono! (Buono!) - Música: Rottara Rottara (ou Lottara Lottara) (ロッタラ ロッタラ)
9 - Artista: Kobukuro (コブクロ) - Música: Toki no Ashioto - 10 Years Edition (時の足音 10YEARS EDITION!!!!)
10 - Artista: Gospellers (ゴスペラーズ) - Música: Sky High / (Sky High / セプテノーヴァ)
11 - Artista: Ayaka Hirahara (平原綾香) - Música: Nokutaan / Kanpanyura No Koi (ノクターン / カンパニュラの恋)
12 - Artista: Yazima Beauty Salon (矢島美容室) - Música: Nihon no Mikata Nevada Kara Kimashita (ニホンノミカタ -ネバダカラキマシタ-)
13 - Artista: Lia (Lia) - Música: Toki wo Kizamu Uta / Torch (時を刻む唄 / TORCH)
14 - Artista: Park Yong Ha (パク・ヨンハ) - Música: Say goodbye (Say goodbye)
15 - Artista: Yuzu (ゆず) - Música: ShiShikabaBoo (シシカバブー)
16 - Artista: Oda Kazumasa (小田和正) - Música: Kyoumo Dokokade (今日も どこかで)
17 - Artista: Kanjani8 (関ジャニ∞ (エイト)) - Música: Musekinin HERO (無責任ヒーロー)
18 - Artista: Aoyama Thelma (青山テルマ) - Música: Mamoritai Mono (守りたいもの)
19 - Artista: Angela (angela) - Música: Beautiful fighter (Beautiful fighter)
20 - Artista: Hey! Say! JUMP (Hey!Say!JUMP) - Música: Mayonaka no Shadow Boy (真夜中のシャドーボーイ)
21 - Artista: Funky Monkey Babys (FUNKY MONKEY BABYS) - Música: Kibou no Uta / Kaze (希望の唄 / 風)
22 - Artista: Acidman (ACIDMAN) - Música: I Stand Free (I stand free)
23 - Artista: spitz (スピッツ) - Música: Wakaba (若葉)
24 - Artista: Fukuyama Masaharu (福山雅治) - Música: Sou ~new love new world~ (想 -new love new world-)
25 - Artista: Color (COLOR) - Música: Miss you (Miss you)
26 - Artista: Angela Aki (アンジェラ・アキ) - Música: Tegami ~Haikei Jugo no kimie~ (手紙 ~拝啓 十五の君へ~)
27 - Artista: MiChi (MiChi) - Música: PROMiSe (PROMiSE)
28 - Artista: Aobozu (藍坊主) - Música: Mother (マザー)
29 - Artista: SID (シド) - Música: Monochrome Kiss / Monokuro No Kissu (真夜中のシャドーボーイ)
30 - Artista: Alan (alan) - Música: Megumi no Ame (恵みの雨)

Se você deseja saber mais sobre alguma coisa, um artista, enfim, é só mandar seu e-mail para geekgirl84@gmail.com ou deixar aí nos comentários a sua dúvida!

Fontes:
¹ – Jornal NippoBrasil
² - Rádio Blast!
³ – Japão 100
4 - Oricon.

Até a próxima quarta-feira!
Matta ne! ^__^ v

























belo post! arigatou gozaimasu por vir com essa coluna toda semana
o link do “27 - Artista: MiChi (MiChi) - Música: PROMiSe (PROMiSE)” parece estar errado
ps: digo, leva para “http://oblog.com.br/asttro/%5B15:20:04%5D%20slstaut:%20http://www.youtube.com/watch?v=fvUf2gyIE5s” não para “http://www.youtube.com/watch?v=fvUf2gyIE5s”
Obrigada! Vou acerar isso agora!
Oi!
Meu favorito:
Japan
Megumi Asaoka
“watashi no kare wa hidarikiki”
(”Meu namorado é canhoto”)
http://www.youtube.com/watch?v=HYeFkHxFybM