Nov
13Nihon No Tentai 12/11
Arquivado em (Comportamento, Curiosidades, Japão, Nihon no Tentai, Vídeos) por Geek Girl às 3:35
Quarta-feira chegou, passou e eu não pude atualizar a nossa coluna oriental. Mas para recompensar, ela vem com muitas informações!
Essa semana temos festivais de anime em Petrolina e Campo Grande, música japonesa no Rio de Janeiro, curiosidades sobre os adolescentes nipônicos, moda Gothic Lolita, J-Music no Brasil, o costume japonês de beber água da torneira, kao-moji, gestos japoneses e o ranking da Oricon, óbvio!
Clique no banner para ler mais!
Oi! Eu sei que o post ficou longo e espero que goste do conteúdo!
AnimeGAM ¹
Anime em Campo Grande - MS
Nos dias 15 e 16 de Novembro, Campo Grande vai ser palco do AnimeGAM, no Mato Grosso do Sul.
Além de ter a Rádio Blast! como uma das atrações, o evento ainda vai contar com um novo Anime QUIZ (uma competição de perguntas e respostas envolvendo conhecimentos sobre animes, mangás e músicas), além de várias novidades no Animekê, este que vai se realizar no sábado. Quem curte os quadrinhos japoneses poderá participar do concurso de desenho e dos workshops de mangá, e para os cosplayers de plantão, terá ainda o Concurso Cosplay, que promete recompensar muito bem os vencedores de cada categoria.
Confira abaixo os postos de venda dos ingressos:
GAM Studio
Rua José Antônio, 99 — Centro — Campo Grande, MS — Tel: (67) 3382-5931
Arte&Técnica
Rua Dom Aquino, 461 — Centro — Campo Grande, MS — Tel: (67) 3042-5907
Info House Nikker
Av. Mato Grosso, 2630 — Jardim dos Estados — Campo Grande, MS — Tel: (67) 3327-0007
Game Square
Rua Bahia, 757 — Centro — Campo Grande, MS — Tel: (67) 3026-5480
News&Cia
Rua Rui Barbosa, 3229 — Centro — Campo Grande, MS — Tel: (67) 3324-2278
Serviço:
- AnimeGAM 2008
- Data: 15 e 16 de novembro
- Horário: 9h às 18h30
- Local: Associação Okinawa
- Endereço: Rua dos Barbosas, 110, Centro — Campo Grande, MS
- Site: http://www.animegam.com.br/
- Loja: http://www.lojagam.com.br/
Animekai ¹
Festival de anime logo após as festas de Natal
Acompanhando as festas de fim de ano, nos dias 26 e 27 de dezembro (respectivamente, sexta e sábado), acontecerá na cidade de Petrolina, em Pernambuco, o evento denominado Animekai. O local escolhido foi o Auditório do Centro de Convenções de Petrolina, que contará com várias atrações, como: concurso de cosplay, torneio de games, animeokê, entre outras.
Unindo diversão com solidariedade, o ingresso será dois quilos de alimento não-perecível, exceto sal.
Há também a Vaquinha Kai, com o objetivo de levar a Banda Noise de Recife até o evento. Para isso, pode-se depositar qualquer valor acima de R$ 5,00 na conta-poupança:
BANCO DO BRASIL
C/P (conta poupança): 47170-4
Agência: 0963-6
Beneficiária: Ianny Alves Ramos
Com o dinheiro arrecadado serão pagas as despesas de hospedagem e combustível dos integrantes.
Atrações:
- Concurso de Cosplay
- Exibições
- Animeokê
- Animemico
- AnimeQuiz
- AnimeQuest
- Torneio de Games
Webflyer:

Serviço:
- Animekai
- Data: 26 e 27 de dezembro (sexta e sábado)
- Horário: Informação ainda não divulgada
- Ingresso: dois quilos de alimento não-perecível (exceto sal)
- Local: Auditório do Centro de Convenções de Petrolina
- Site: http://www.animekai.org/ (há também comunidade no Orkut)

Japan Song Fest V ²
Muita música japonesa no Rio de Janeiro
O Japan Song Fest V volta ao Circo Voador, em edição comemorativa de 2 anos. Presença de estrelas como Ha!Monez, Ma:Kiavel, Bakuhatsu, Cadillacs Bulbassauros, CTRL-J, JAM especial. Outras atrações: Anime Odori (apresentação especial), Tech Para, Para Para, Animekê Livre, Concurso de Animekê, Guitar Hero, DDR, e DJ’s especiais. Ingresso nos postos autorizados (Anime Rio Store, Headbanger, A.I.S e Gibeteria): antecipado R$15,00 ou nome na lista de desconto por R$20,00.
Serviço:
- Japan Song Fest V
- Data: 30 de novembro
- Horário: 13h às 22h
- Ingresso: os postos autorizados (Anime Rio Store, Headbanger, A.I.S e Gibeteria): antecipado R$15,00 ou nome na lista de desconto por R$20,00.
- Local: Circo Voador, Rua dos Arcos s/n, Lapa, Rio de Janeiro, RJ
- Site: www.jfest.com.br

Jovens Japoneses ³
Saiba como se comportam os adolescentes japoneses
Por todos os cantos do planeta costuma-se dizer que os japoneses são todos iguais: olhos pretos, cabelos lisos e escorridos, e um jeitinho tímido e comportado. Mas não são. Prova disso está nas turmas de jovens lá do Japão.
Originais e extravagantes, eles mostram que está idéia está mais ultrapassada do que nunca e que são diferentes, sim. Confira como é se comporta um jovem japonês no Japão, o que gostam de fazer e como é essa galera.
Moda
O Japão talvez seja o país mais bizarro em termos de moda. Lá, os japoneses a levam mesmo a sério, e se vestem de uma forma que mais parecem ter saído

das histórias de mangá. Mas claro, tudo de um jeito totalmente particular. Olhos pretos, cabelos lisos e escorridos e pele branquinha já não fazem mais parte do visual da galera japonesa. Hoje, graças à influência ocidental, eles estão com a pele bronzeada, cabelos pintados de loiro, olhos com lentes de contato azul, unhas postiças e mais uma imensa variedade de acessórios que fazem qualquer indivíduo que não more no país esquecer aquela tradicional cultura do quimono.
Entre as garotas, a moda tem uma forte influência da Hello Kitty, a personagem dos desenhos japoneses. As meninas possuem desde materiais escolares até escovas de dente e roupas com a foto da gatinha. Como se não bastasse, ainda se vestem de uma maneira que lembra muito a personagem. Roupas coloridas, lacinhos no cabelo, pulseiras, colares, saltos de plataforma com, no mínimo, 12 cm de altura e ainda, muita maquiagem.
Cabeça Feita: cabelos descoloridos
Claro que no Japão, assim como no Brasil, cada uma tem lá a sua tribo, mas nem por isso umas
deixam de ser mais ou menos fashion do que outras. A maioria das meninas, no entanto, faz o tipo kawaii (bonitinha, em português), que seria uma espécie de “patricinha” japonesa. Há, inclusive, uma regrinha básica para ser uma verdadeira kawaii: ser menina, ir à Tóquio para observar e comprar tudo o que as garotas da moda estão usando e nunca deixar de usar acessórios cor-de-rosa.
Mas não são só as meninas que se produzem não. Os garotos também curtem estar na moda. Uns arriscam uma cabeleira comprida, outros preferem aderir ao cabelo espetado, mas, independente do estilo, todos com cabelos bem coloridos. As roupas também não ficam para trás. Laranja berrante, amarelo-limão ou qualquer outra cor que chame a atenção faz parte do estilo de roupa que os meninos mais curtem.
Namoro
Alguns jovens começam a namorar aos 15 anos, mas boa parte deles só podem namorar depois de terminarem o colegial. Mas não vá pensando que eles são como os brasileiros, que vivem dando beijinhos ou demonstrando gestos de carinhos. O pessoal é mais comedido. Lá , o namoro consiste em irem juntos ao cinema, a um show ou a um restaurante.
Esportes
No Japão os esportes mais populares pelos jovens são o beisebol, basquete e o sumô. Sim, é isso mesmo. Lá não é como no Brasil em que a galera é fissurada por futebol não. Mas há muitos meninos que curtem o kendô, uma arte marcial que envolve duelos com bambus. Já as meninas gostam de jogar vôlei, um dos esportes que as meninas também curtem por aqui.
Carteira de habilitação
Os jovens japoneses não podem tirar a carteira de habilitação antes de terminar o colegial, ao contrário do que ocorre aqui no Brasil. Mas quer saber de uma coisa? Eles nem se importam com isso. Como o sistema de transporte público japonês é muito eficiente, muitos jovens vão - e até preferem ir - para a escola de ônibus, de metrô ou até mesmo de bicicletas.
Escolas
Os estudantes japoneses estudam muito mais do que nós, brasileiros. É verdade. Você sabia que eles chegam a passar 60 dias mais na escola do que a gente? Além de não terem duas férias
escolares anuais - como ocorre aqui no Brasil -, eles ainda chegam a estudar meio-período aos sábados. Mas todo esse tempo gasto na escola também é utilizado para a preparação de festivais e eventos culturais e esportivos. No final do ano letivo, inclusive, todos os estudantes cumprem um ritual tradicional da cultura japonesa: o soji. Trata-se de uma limpeza que eles realizam na escola com o intuito de eliminar tudo de ruim que havia no ambiente e começar o ano com o pé direito.
Outro aspecto que difere o sistema de ensino japonês do brasileiro é que lá, muitas escolas são divididas por sexo, o que não é freqüente por aqui.
Fetiche: Garotas de uniformes são cobiçadas
Mas uma das características mais marcantes deste povo no que diz respeito à escola é mesmo o uniforme. Nenhum outro povo chega a usar tanto este tipo de vestimenta quanto os japoneses.
Eles começam a usá-lo desde criança e só podem deixar de usar a roupa quando entram para a faculdade. Cada escola chega a adotar seu uniforme com uma cor diferente, o que facilita a identificação do aluno nas ruas, caso ocorra algum incidente.
Como já deve saber, as colegiais japonesas são conhecidas por suas saia de preguinha rodada - o que desperta a fantasia de muitos homens no país. Inclusive, muitas destas colegiais se aproveitam desta situação e começam a se prostituir para os homens de negócio no Japão, a fim de que possam comprar maquiagens. As garotas adoram se maquiar, embora, nas escolas, elas sejam proibidas de se produzir e nem podem usar brincos.

Gothic Lolita ³
Conheça a moda que faz muitas garotas se vestirem como bonecas
Laços, saias rodadas, anáguas, acessórios. Não, não estamos falando de uma época distante.
Trata-se do Gothic Lolita, moda urbana que tem conquistado cada vem mais seguidoras – e seguidores também. Apesar de ser freqüente, a associação entre o Gothic Lolita com a sensualidade da personagem do escritor russo Vladimir Nabokov e com o gótico da idade medieval é um erro que as lolitas já cansaram de ouvir.
O GothLoli, como também é chamado, na verdade é uma das várias vertentes do estilo Lolita, que surgiu no Japão entre o final da década de 1970 e começo dos anos 1980, em Harajuku, bairro de Tóquio famoso por reunir novidades e figuras um tanto excêntricas. O estilo apareceu resgatando elementos do período vitoriano e do rococó e como resposta ao exagero daquelas décadas, segundo conta a estudante de arte Stephanie Paula Gonçalves, a Cassini . “Na época, tinha o punk, o rock, tudo meio exagerado. Ele apareceu em contraposição a isso”, afirma a jovem de 20 anos
As lolitas remetem à cultura do “kawaii” (meigo, em japonês), ao apreço por detalhes e pela harmonia do visual. E não tem ligação com sensualidade, movimento gótico ou estilos musicais, embora a maioria das adeptas tenha conhecido a cultura japonesa e, conseqüentemente, o GothLoli, através de animes, mangás e bandas de j-music.
No Brasil, as primeiras lolitas apareceram há menos de dez anos, com a onda de animês que invadiu o país. O curioso é que a maior parte das adeptas não tem ascendência nipônica. Além disso, também há garotos que se vestem neste estilo, mas a maioria continua sendo do sexo feminino, com idade média entre 14 e 20 anos.
O estilo Lolita
Existem várias vertentes, mas todas prezam pela silhueta bem valorizada. Para obter esse
resultado, elas geralmente vestem saias com anáguas, que dão volume, blusas mais justas e sem decotes. Não podem faltar rendas, babados, meia-calça, sapatos bonecas – sem salto fino, que quebraria o ar infantil que o Lolita procura – e muitos acessórios. Estes últimos são indispensáveis para qualquer produção, conforme enfatizou Carolina Martins, a Youran, que conhece o estilo há aproximadamente seis anos.
Imagine em um calor de 40º vestir tudo isso! Carolina Sakuma, a Rika, concorda. “Não é algo adequado para o Brasil”. Mas as meninas bonecas fazem suas adaptações. “Há tecidos mais leves e vestidos de alça mais grossa que podem ser usados”, diz Ingrid Marastoni, a Kiyuri. Adotar um apelido, aliás, é bem comum entre as lolitas, mas não é obrigatório.
Encontros de lolitas
As meninas realizam encontros mensais para integrar lolitas de todo país, tudo combinado via internet. Youran, por exemplo, aproveitou sua vinda de Brasília para ir a um encontro em São Paulo. No geral, 20 meninas comparecem a esses eventos, mas o número varia bastante.
Em uma dessas reuniões, realizada em tradicional café no centro de São Paulo, muitas garotas vestidas a caráter chamaram a atenção de quem passasse. Elas dizem ter se acostumado com a
reação da família, de amigos, do namorado e de pessoas na rua. “Acham até que é peça de teatro”, diz Rika.
Reunião de Lolitas em São Paulo
E se antes se incomodavam com o que os outros diziam, agora juram não ligar mais. “Não tem que se importar com o que os outros vão achar e se é fora do senso estético deles”, declarou Kiyuri. Youran, Rika e Kiyuri falaram à reportagem numa cafeteria em plena avenida Paulista. Na hora das fotos, não faltaram olhares curiosos em direção a elas.
Prepare os bolsos
Para quem quiser seguir o estilo, há várias comunidades no Orkut e sites da internet que auxiliam as bonecas de primeira viagem. Youran tem um pequeno tutorial em seu site, com dicas de
maquiagem, roupas e endereços de loja. Há também uma lista com os erros mais comuns cometidos por garotas recém-iniciadas.
Para os bolsos mais desavisados, um alerta: se vestir como Lolita sai caro. É preciso se preparar para gastar boas quantias – um visual completo (roupas, sapato e acessórios) pode sair por até R$ 300. Como ainda existem poucas lojas no Brasil voltadas a essa moda, é preciso importar algumas peças. “Uma saia em promoção não sai por menos de R$ 200, sem contar o preço do frete”, diz Youran.
“Quando você começa, tem de ter a consciência que o preço vai ser a menor coisa com que se importar”, disse Kiyuri. “Às vezes, mandar fazer sai mais em conta”, revela a garota. Cassini dá outra sugestão: procurar as roupas em brechós. “Mas sempre tem que fazer a composição certa. Dizemos que é para ficar ‘mais lolitoso’”, conclui a garota.
Veja os erros mais comuns a respeito do estilo
Lolitas são cosplay
Muitos acham que as Lolitas se vestem como cosplay (”costume player”, aqueles que se vestem como algum personagem, geralmente de animes e mangas). O Lolita nada mais é que uma moda urbana, sem ligações a ideologias ou tipo de música específico.É preciso mudar o comportamento também
Este é um ponto de controvérsias. Há meninas que defendem que alterações no comportamento “normal” da pessoa significam que a pessoa não está vestida de Lolita e sim interpretando um papel. Ou seja, ela é um cosplay. Outras, por outro lado, afirmam que se deve, sim, agir de uma forma mais delicada por causa do vestuário. Não há consenso entre as próprias adeptas.O cantor Mana inventou o estilo
Mana, da extinta banda japonesa Malice Mizer, foi responsável por difundir o estilo, com criação de marcas de roupa que mais tarde se tornariam referências no Lolita. A grife Moi-même-Moitié e suas linhas EGL/EGA acabaram, erroneamente, por se tornarem sinônimo do estilo.Deve-se seguir à risca o que dizem revistas japonesas
Há algumas revistas do Japão que dão algumas dicas, como o Gothic & Lolita Bible. Mas seguir rigorosamente o que elas veiculam pode se tornar um empecilho. Afinal, é preciso lembrar que as matérias são feitas baseadas em lolitas japonesas, que não precisam enfrentar o clima de um país tropical. “A criatividade é sempre valorizada”, diz Sumomo. Youran faz a ressalva “Mas se mantendo dentro do padrão”.
Conheça algumas das vertentes do Lolita
Classical Lolita
É mais adulto, sem excesso de renda e babados.Sweet Lolita
Abusa de tons claros, como rosa e azul bebê, com muitas rendas e babados, que dão um ar infantil.Punk Lolita
Utiliza sobreposições e acessórios que remetem ao punk.Gothic Lolita
Um dos sub-estilos que ficou mais conhecido, é parecido com o Sweet Lolita, mas sem excesso de laços. As cores predominantes são o branco e o preto.Ero Lolita
Usa saias um pouco mais curtas ou decotes um pouco maiores, mas deve-se prestar atenção para não ser vulgar ou exagerado.

J-music Conquista Jovens Japoneses ³
Impulsionada pela entrada maciça de animês no país, a J-music no Brasil surge para afirmar que é possível fazer música japonesa sem se restringir ao que vem do arquipélago
Muito se fala da J-music, que tem conquistado um público cada vez maior, mas ainda há muitos pontos obscuros. É comum, por exemplo, pensar que J-pop e J-music sejam o mesmo e achar que artistas conhecidos aqui tenham necessariamente o mesmo destaque no Japão. Impulsionada pela entrada maciça de animes no país, a J-music no Brasil surge para afirmar que é possível fazer música japonesa sem se restringir ao que vem do arquipélago, agregando elementos brasileiros.
O termo J-music se refere à música japonesa em geral, englobando diversos gêneros. Sobre o uso da expressão, Rodrigo Esper, do site JaME (Japanese Music Entertainment) do Brasil, explica que não é usado no Japão. “Seria como nos referirmos às nossas bandas como ‘música brasileira’, algo desnecessário”, diz Rodrigo. O J-pop adquiriu a acepção da música japonesa em geral, sendo utilizado para identificar bandas e cantores que se tornam bastante conhecidos e atingem uma alta vendagem – mas, a princípio, se refere à música pop japonesa. Artistas como Koda Kumi e Dragon Ash são considerados J-pop, apesar de realizarem diferentes estilos de música.
Diferenciar uma banda que canta em japonês e uma banda de música japonesa não é tão simples quanto parece. Para Rodrigo, não basta cantar no idioma ou ter descendência japonesa. “O que define a banda como J-music são suas influências e objetivos e não a língua em que é cantada ou a nacionalidade dos autores”, afirma, pois há ainda bandas de J-music que cantam em inglês e com formação de não-descendentes.
J-music no Brasil
Inicialmente, a divulgação da J-music, mais restrita à colônia nipônica, era obtida pela onda de animês. A banda J~Squad, formada em 2005, é exemplo de que o interesse pode surgir com os animês, mas não se limita ao universo dos desenhos. “Quando percebemos, estávamos curtindo músicas japonesas”, afirma César Hirasaki, guitarrista da banda. O caminho natural de uma banda brasileira de J-music era tocar covers – geralmente temas dos animê – e, somente após conseguir este reconhecimento inicial, tentar alcançar seu próprio espaço e compor suas próprias músicas. Foi assim com a carioca Psygai, banda que Rodrigo Esper considera uma das pioneiras do gênero no país e que, em 2001, já fazia shows com covers e músicas próprias em japonês.
Outro meio que auxiliou na difusão da música foi a internet, que diminuiu as restrições ao mundo dos desenhos animados japoneses, conseguindo assim atingir um público cada vez maior. Jack, guitarrista da banda ob’SEX’i[on], concorda. “Há espaço crescente, com aumento do interesse do público e com as bandas procurando mais qualidade em seu trabalho”, diz. Já César é um pouco mais pessimista e afirma que, no Brasil, ainda há limitações ao circuitos de eventos de animê, nos quais sua banda já tocou diversas vezes.
Rodrigo afirma que a barreira lingüística e o receio que as pessoas possuem da novidade seriam obstáculos transpostos em seu devido tempo. “Era só uma questão de tempo para que este algo novo e peculiar ganhasse espaço”, afirma. A ob’SEX’i[on] é exemplo de banda que faz J-music sem necessariamente ter origem nipônica. Nenhum de seus seis integrantes tem descendência japonesa ou conhecimento profundo do língua japonesa. Quase como um idioma universal, a música proporciona o contato de culturas, sem limites geográficos para limitar a beleza deste encontro. E é esse o questionamento que Jack faz. “Para abraçar uma cultura, você precisa ser ‘nacional’ dela?”. Ainda com passos tímidos, a J-music feita no Brasil surge para provar que é possível ter diversidade sem perder a qualidade.
Mais sobre bandas de j-music
Wasabi
Um das bandas de j-music mais conhecidas, a Wasabi, nasceu em 2005 e desde então já sofreu
algumas alterações em sua formação. Carlos Tsukada (guitarra) havia convidado a cantora Carol Himura para se apresentar junto com ele e com o vocalista Ricardo Cruz. Com o tempo, juntaram-se ao grupo o cantor e tecladista Eduardo Costa (também vocalista da J~Squad), o baterista Paulinho Mendes e a baixista Gláucia Midori. Ricardo acabou saindo e em seu lugar entrou Diego Yamashiro. Gláucia teve de sair por compromissos pessoais e Leandro Cruz substituiu a baixista. Carlos afirma que um dos momentos mais difíceis é justamente esta troca de integrante. “Não tanto pelo trabalho de ter que achar um substituto, mas pelo fato de não ter mais a presença da pessoa que batalhou junto com a gente ensaiando, tocando em eventos”, conta. Ele brinca e compara a outro fato geralmente desagradável. “É quase como perder a namorada”, diz. Em compensação, é no final de apresentações que o trabalho se torna mais gratificante. “A gente lembra o esforço e o tempo que foi gasto pra chegar naquele resultado. E a sensação de dever cumprido”, afirma.
O nome Wasabi vem, na verdade, de uma idéia de Carlos ao passar em um dos supermercados da Liberdade, na capital paulista. “Achei que era uma combinação perfeita de um nome visualmente imponente com um produto de sabor forte”, conta. Os fãs podem se decepcionar um pouco com a explicação, já que ele afirma que gostaria de dizer que o nome veio “a partir de uma história épica ou gloriosa” e não de uma passada no mercado. “Fica pior quando eles [os fãs] descobrem que ninguém da banda curte muito comer wasabi”, confessa.
A escolha por músicas japonesas foi natural já que era um gosto em comum. Os membros já conviviam com a música japonesa desde criança, por influência dos animês, tanto que três deles já participaram de concursos de animekê antes de entrar para a banda. Um dos pontos mais curiosos da Wasabi é como ensaiam. Por já terem certa experiência em tocar na noite paulistana, cada um faz sua parte, ensaia em casa, e depois se juntam para ver o resultado. “Conferimos entre nós usando o messenger ou telefone, se tem detalhes que não estão batendo. Só depois disso marcamos um ensaio com a banda toda”. Isso reflete, entre outras coisas, a dificuldade de conciliar o tempo pois cada um tem seus compromissos e horários. “Mas ver a agitação do público compensa no final”, acredita.
Para quem está iniciando, a honestidade de Carlos pode ajudar. “A resposta politicamente correta no nosso meio Otaku seria: não desistam e acreditem nos seus sonhos”. Mas ele afirma que na realidade não é bem assim. “Dá muito mais trabalho do que parece criar e, principalmente, manter uma banda de J-music”, afirma. E como contornar esta dificuldade? “Se a banda não for muito esforçada e não tiver um certo planejamento, as chances de conseguir uma apresentação ao vivo são pequenas”, conclui.
ob’SEX’i[on]
Prezando pela fusão de vários estilos da música japonesa, a ob’SEX’i{on] nasceu no final de 2005, numa brincadeira entre amigos. A primeira apresentação do grupo foi no Anime Center Verão
2006 e, após isso, o guitarrista Jack conta que “a brincadeira deu tão certo que resolveu continuar”. Apesar do pouco tempo, a banda já enfrentou algumas dificuldades, como a gravação da primeira demo, algumas brigas e apresentação de um show. “Estava tão quente que todos passaram mal depois do show”, conta o vocalista Banshee. Integram ainda a banda Caxias (vocal), Jedah (guitarra), Hitoki (baixo) e Pecattu (bateria). Com mais de 20 apresentações no currículo, entre elas duas edições do Anime Friends, a banda tem planos de incluir mais línguas nas músicas autorais, embora não tenha nada definido. A ob’SEX’i[on], nome que fala em linguagem própria e dá vazão a vários significados, o que “simboliza a polivalência da banda” segundo Jack, lançou recentemente um single. Mesmo com a barreira lingüística, a banda pretende se aventurar em novas produções. Curiosamente, apesar de terem influência notável da cultura japonesa e fazerem j-music, nenhum dos integrantes da banda é descendente de japonês. Pelo que tem mostrado, a ob’SEX’i[on] prova que nacionalidade não é fator determinante no surgimento do interesse - e que é permitido fazer parte de uma cultura estando em outro país e não sendo originário dela.
J~Squad
É na junção de “squad”, equipe, em inglês, e o “J”, de japonês, que surge a banda J~Squad, no começo de 2005, com intenção de tocar música japonesa. Os integrantes Cesar Hirasaki
(guitarra), Marcelo Basso (guitarra), Kenji Kihara (baixo) e Felipe Hirasaki (bateria) já tinham uma banda de rock, que não tinha dado muito certo. Resolveram então arriscar para o J-pop. Juntaram-se ao time os vocalistas Eduardo Costa e Verônica Huang e a tecladista Denise Yamaoka – que saiu em 2007. Os gostos musicais dos membros variam bastante e o que têm em comum são as músicas que tocam nos shows. Por a maioria dos integrantes já conhecerem o japonês, o idioma não foi obstáculo para a banda – tanto que lançaram a primeira música própria, “Beyond” em japonês. Apenas Eduardo não tem ascendência japonesa, mas ele também é apareciador da cultura japonesa, como os demais músicos. Entre as apresentações já feitas, há três no Anime Friends, duas em Minas e uma no Rio Grande do Sul. Com shows marcados e convites recebidos, porém sem datas definidas, a J~Squad pretende compor mais músicas próprias e continuar seguindo com sua música.
Kaminari
Com pouco mais de um ano, a Kaminari, surgida em março de 2007 na cidade de São Bernardo do Campo, deseja apenas fazer suas apresentações, satisfazer o público, as intenções da banda
e, quem sabe, ter algum retorno financeiro. Assim como acontece com a maioria dos músicos, o começo tem sido um pouco difícil, mas os jovens China (bateria), Nippo (guitarra), Endo (baixo), Sato (guitarra - solo) e Kaoru (vocal) não pretendem desistir. Segundo os integrantes, não há tanto espaço para a J-music no Brasil, pois ela ainda está, aos poucos, começando a crescer. E a cultura brasileira, por ter significativas diferenças em relação à japonesa, encontra-se um pouco reservada em relação ao cenário musical japonês.
Além disso, a Kaminari, formada a princípio como um projeto de cover da L’Arc~En~Ciel (já conhecida pelos fãs de anime songs), teve uma restrição de tempo de ensaios, pois parte dos membros está prestando vestibular. A primeira apresentação do grupo banda foi no Anime Friends do ano passado e, segundo China, é a apresentação que mais apreciam justamente por ter sido a de estréia. De lá para cá, fizeram apresentações no J-Oz Festival, J-Beat Festival, Playbands 2, Anime Dreams, Anime Crazy e no SESC Paulista. Entre as influências da banda estão Siam Shade, X Japan, Utada Hikaru, Ayumi Hamasaki, The GazettE e, claro, L’Arc~En~Ciel.
O nome Kaminari foi escolhido depois de inúmeras discussões, nas quais se decidiu optar pela força e significado da palavra. A banda afirma que, mesmo não falando japonês, a cultura japonesa os influenciou e contam que admiram sua arte e preservação.

Água Da Bica? 4
Japoneses têm orgulho da água
Achei muito interessante a visão do autor para esse fato lá no Japão.
” Pois é. Este é um tipo de foto muito comum de se ver por aqui no Japão em cartazes do gênero.
Agora já me acostumei a beber água da torneira também, mas confesso que ainda acho um tanto chocante ver uma cena como essa de uma criança bebendo água da bica como se fosse bebedouro!!! E se você entende japonês você fica ainda mais horrorizado! Nesse primeiro cartaz por exemplo, a mensagem principal diz: Antes de sentir sede beba água. Beba água da torneira constantemente para manter-se hidratado. É mole?! Aliás todos os cartazes da Companhia de Abastecimento de Água daqui do Japão paracem seguir o mesmo estilo! Alguns tem bem cara de anúncio de água mineral, mas a água é da bica! Veja outros cartazes:


Logo que eu cheguei aqui no Japão, eu já tinha ouvido um papo de que não havia nenhum problema em tomar água diretamente da bica. Ouvi, mas ignorei. Mas depois de ouvir tanto,
resolvi experimentar. Mas antes de experimentar a água da torneira, resolvi primeiro pesquisar e saber de quem já havia bebido. E finalmente, depois de ter encontrado um monte de gente, japoneses principalmente, que viram no ato de beber água da torneira um ato extremamente normal de se fazer, eu resolvi beber. Claro, mas antes…coloquei em um copo transparente e, ainda com as palavras bica, torneira e cano ecoando no meu ouvido, fiquei analizando a água por alguns segundos. Depois de constatar que a água, a olho nu, parecia ser cristalina, eu tomei.
Não vou dizer que é uma delícia, mas é água. Matou minha sede, pelo menos. O único perigo que eu vi é que vicia! Depois desse dia, passei a beber água da bica tranqüilamente. Mas ainda tenho
receio de tomar, fora de casa. Só confio na bica da minha casa! Loucura, eu sei, mas ainda não me acostumei por completo com essa coisa de beber a água que na minha cabeça foi “feita” para lavar as mãos, entende?
Mas essa coisa de beber água da bica é tão comum, que vira e mexe a gente vê propaganda no trem e nos jornais da companhia de abastecimento de água de Tóquio que lança propagandas dizendo que a água que sai do cano é uma delícia!!! Veja este:

E digo mais: no cartaz aí em cima além de anúnciar um projeto para fazer a água ficar ainda mais gostosa e fazer com que a população beba água da torneira com mais tranqüilidade, está escrito que “poder beber água da torneira é orgulho do Japão e eles querem passar isso para as próximas gerações”!! Bom, eu sei que até hoje eu continuo bebendo água da bica - de casa - sem ter sentido nenhum efeito colateral. “

Kao-moji ²
Expressando ações e emoções na internet
Kao-moji – literalmente “letra-rosto” – são seqüências de caracteres feitos com o computador
utilizadas para representar ações, emoções, estados e até mesmo animais. São comuns em e-mails, salas de batepapo e comunidades virtuais japonesas, entre outros contextos
eletrônicos de uso da língua.
Sua origem é vinculada, geralmente, ao primeiro emoticon criado, isto é, o sorriso :-), o qual é atribuído a Scott E. Fahlman (1982). Contudo, embora os kaomoji sejam usualmente
chamados de emoticons japoneses, eles são, na verdade, bem diferentes das combinações de caracteres empregadas no Ocidente. Primeiro, os símbolos que os compõem não se
limitam àqueles convencionais do teclado, como nos emoticons. Estrelas, quadrados e triângulos, por exemplo, são utilizados também em sua constituição. Segundo, os kao-moji são acompanhados, muitas vezes, de vocábulos – inclusive onomatopéias –, o que não acontece
com as combinações de caracteres do Ocidente (ao menos não de forma padronizada). Um kao-moji que represente um brinde, por exemplo, pode vir acompanhado da palavra kanpai (“saúde”, em japonês), escrita em hiragana (um dos silabários da língua japonesa), ou em
caracteres romanos. Por último, enquanto os emoticons enfatizam, em sua representação, o rosto, os kao-moji, apesar do nome (kao equivale a “rosto”; moji, a “letra”), têm, em sua representação, equilibrados rosto, corpo e mesmo objetos.
Principais emoções simbolizadas são a alegria e a tristeza
Entre as principais emoções simbolizadas pelos kao-moji, estão a alegria e a tristeza. Para a representação da alegria, são empregadas seqüências que designam satisfação, sorrisos e comemorações. Já para a representação da tristeza, são utilizadas seqüências que designam infelicidade, choro e frustração.
Todavia, o significado de um kao-moji nem sempre é claro. Por ser grande o número de caracteres que compõem esses signos, há uma infinidade de possibilidades para a sua construção, o que acaba por dificultar, muitas vezes, a correta interpretação dos kao-moji.
No Brasil, os kao-moji são utilizados, principalmente, por pessoas que têm ou tiveram algum contato com elementos da cultura japonesa moderna (mangá, animê, a própria internet japonesa, etc.). Entre os símbolos mais usados por aqui, estão (^ ^) e (- -), que representam, respectivamente, um rosto alegre e outro sério (que pode denotar ironia).
Múltiplas faces dos kao-moji
Risada
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Choro
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Surpresa
Bom Dia ![]()
Adeus
Parabéns!
Gato
Porco
Os kao-moji vêm acompanhados, muitas vezes, de palavras escritas em hiragana ou katakana (silabários japoneses), ou ainda em caracteres romanos. Eles são utilizados tanto isoladamente, a exemplo do kao-moji de “porco”, quanto de forma a compor uma seqüência de movimentos, como no caso do kao-moji de “Adeus!”.

Além Das Palavras ²
Para cada língua, existem gestos que a completam; se o idioma é diferente, os gestos também o são
Como sabemos, a língua vai muito além das palavras. No nosso dia-a-dia, utilizamos, junto com ela, uma série de formas de expressões corporais, como gestos, olhares e sorrisos. Segundo os
pesquisadores mais conceituados, a comunicação depende 35% de palavras e 65% de expressões não-verbais. Portanto, para cada língua existem diversos gestos que a completam, ou seja, se a língua é diferente, os gestos também o são.
Um caso bastante representativo e muito familiar é o choque cultural que há entre os gestos brasileiros e os gestos japoneses, pois, se por um lado um é visto como exagerado, o outro é sutil e sugestivo.
Tais diferenças podem causar tanto incômodos como situações muito engraçadas. Por exemplo, quando a ponta do polegar é unida à ponta do dedo indicador, formando um círculo, isto simboliza dinheiro, ou indica “OK” no Japão. Quando significa dinheiro, o gesto é, em geral, feito na altura do peito, com a palma da mão virada para o falante; e quando significa “OK”, ele é feito na altura da cabeça, com a palma da mão virada para o interlocutor. O problema, neste caso, é que ,no Brasil e em outros países, esse gesto é obsceno, pois simboliza o “ânus” e expressa um profundo desprezo para com o interlocutor, podendo ser também acompanhado dos dizeres: “Aqui ó”. Outro gesto que também poderia causar uma interpretação equivocada é aquele no qual os dois dedos indicadores são erguidos na altura dos olhos. No Japão, os dedos representam os chifres de um oni, (demônio, ogro), mas no Brasil indicam “corno”, “cornudo”, ou seja, um marido que foi traído pela esposa.
Existem também gestos que não criam situações adversas, como os dos exemplos citados, apenas diferem de país para país. Para referir-se a si próprio, por exemplo, o japonês expressa o watashi (eu), colocando o dedo indicador na ponta do nariz, enquanto, no Brasil, costuma- se colocar a mão na altura do peito. Outro gesto bastante ilustrativo do japonês que diverge do brasileiro é a forma de cumprimentar uma pessoa. Enquanto o japonês se curva para o interlocutor, o brasileiro dá o aperto de mão, quase todas as vezes que se encontra com os amigos e, às vezes, até com os familiares.
Além dos gestos que utilizamos para expressar uma informação ao interlocutor, como o “OK” japonês ou o aperto de mão brasileiro, existem gestos que são reações ao meio externo, ou seja, que não tiveram uma intenção objetiva, são espontâneos. Um exemplo interessante é a risada. Se compararmos a risada de uma japonesa com a de uma brasileira, notaremos, de maneira geral, que a brasileira solta uma risada alta e expansiva, enquanto a japonesa é mais contida, leva a mão à boca e ri mais baixo; mas isso não significa que a sua risada seja menos sincera do que a da brasileira. Elas apenas se expressam de maneiras diferentes, de acordo com seus próprios valores socioculturais.
Em alguns casos, por mais sutis que sejam as diferenças, existe a possibilidade de ocorrerem pequenos enganos. Assim, ao mesmo tempo em que a funcionalidade do gesto dentro do diálogo é perdida, percebemos quão importante ele é. Se os gestos dos brasileiros e dos japoneses fossem iguais, haveria mais eficácia na transmissão dos verdadeiros sentimentos e intenções, o que propiciaria uma frustração menor ao emissor e provocaria menos choques ao receptor, havendo uma comunicação mais construtiva. No entanto, neste processo, perderíamos uma série de valores culturais expressos por esses gestos que refletem a sociedade à qual o emissor se encontra inserido, e a riqueza e o intercâmbio cultural de um diálogo entre duas pessoas de sociedades diversas, como a do brasileiro e a do japonês, seriam perdidos.

Rank Oricon ³
02/11/2008 a 08/11/2008
Curiosidade do dia: você sabia que às vezes me dá vontade de chorar tentando traduzir o nome dessas bandas loucas? XD Sério. Mereço que vocês façam uma vaquinha pra um presente de Natal pra mim.
1 - Artista: Kanjani8 (????? ?????) - Música: Musekinin HERO (???????)
2 - Artista: Kobukuro (????) - Música: Toki no Ashioto - 10 Years Edition (????????????????????????)
3 - Artista: Yazima Beauty Salon (?????) - Música: Nihon no Mikata Nevada Kara Kimashita (???????????????????)
4 - Artista: SID (??) - Música: Monochrome Kiss / Monokuro No Kissu (???????????)
5 - Artista: WaT (???) - Música: 36°C (???)
6 - Artista: Fukuyama Masaharu (????) - Música: Sou ?new love new world? (??????????????????????)
7 - Artista: Hey! Say! JUMP (????????????) - Música: Mayonaka no Shadow Boy (???????????)
8 - Artista: MilkyWay (????????) - Tan Tan Taan! (????????)
9 - Artista: Maaya Sakamoto (????) - Música: Ame Ga Furu (????)
10 - Artista: Haruka Tomatsu (???) - Música: motto ? Hade ni ne! (???????????)
11 - Artista: AKB48 - Música: Oogoe Diamond (?? ??????)
12 - Artista: Antic Cafe / Antique Cafe / Ancafe (???????????) - Música: My Heart Leaps For ‘C’ (MY ? LEAPS FOR “C”) - Nota: Na lista da Oricon consta os singles, não músicas. Por isso, lá está como Koakuma USAGI no koibumi to machine gun (?????????????????????), mas a música de trabalho é esta.
13 - Artista: Exile (?????) - Música: The Birthday ~Ti Amo~ (?????????????????????)
14 - Artista: Haruka Tomatsu (????) - Música: PSI-missing (???????????)
15 - Artista: kiyoharu (??) - Música: loved (?????)
16 - Artista: Angela Aki (????????) - Música: Tegami ~Haikei Jugo no kimie~ (?????????????)
17 - Artista: MiChi (?????) - Música: PROMiSE (???????)
18 - Artista: Yui Aragaki (????) - Música: Akaiito (???)
19 - Artista: LEE BYUNG HUN (???????) - Música: Itsuka (???)
20 - Artista: KOH+ (????) - Música: Saiai (??)

Obs: Tenho recebido e-mail de pessoas avisando que alguns vídeos listados aqui sairam do ar. Alguns são de pessoas bem nervosinhas, chiando que eu sou desleixada. Quero avisar que sei que alguns vídeos aqui listados sairam do ar e que NUNCA vou ajeitar isso.
Explico: algumas gravadora não permitem que os clipes e/ou apresentações de seus artistas estejam disponíveis na internet em sites como Youtube e Dailymotion. Por isso, os fãs vivem adicionando e as gravadoras retirando. Seria um trabalho enorme e inútil todo dia verificar cada vídeo de cada lista sendo que, em poucos dias, o vídeo vai ser removido novamente.
E penso assim: já fui num site totalmente em japonês, peguei uma lista completamente em japonês, traduzi alguns nomes e entreguei de bandeja aqui. Acho que, se o vídeo saiu, não custa você pegar as informações que eu dei e procurar, não é?
Agradeço desde já a compreensão de vocês.

Se você deseja saber mais sobre alguma coisa, um artista, enfim, é só mandar seu e-mail para geekgirl84@gmail.com ou deixar aí nos comentários a sua dúvida!

Fontes:
¹ - Rádio Blast!
² - Jornal Nippo-Brasil.
³ - Nippo Jovem.
4 - Muito Japão.
³ - Oricon.
Até a próxima quarta-feira!
Matta ne! ^__^ v
























omedetou e arigatoi =)
gostei!